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Advogado de Direito Civil em Brasília

Contratos, cobranças, indenizações, questões de propriedade, etc. Atuação preventiva, na redação e revisão de contratos, e contenciosa, quando a via judicial se torna inevitável.

Contratos, cobranças, indenizações, questões de propriedade, etc., na prevenção e no litígio.

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Quando procurar um advogado de direito civil

Você assinou um contrato e a outra parte não cumpriu o que foi combinado.
Sofreu prejuízo material ou abalo moral causado por outra pessoa ou empresa.
Está sendo responsabilizado por um erro no exercício da sua profissão e precisa de defesa.
Precisa cobrar judicialmente um valor que não foi pago, com ou sem documento assinado.
Quer que um contrato relevante seja analisado antes de assinar, não depois do problema.
Ocupa um imóvel há anos, sem oposição, e quer regularizar a propriedade.
Alguém ocupa um imóvel seu sem autorização e você quer retomá-lo.
Está sendo cobrado por dívida que não reconhece, ou teve o nome negativado indevidamente.

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O que fazemos

  • Elaboração, revisão e análise de contratos em geral
  • Ações de indenização por danos morais e materiais
  • Cobrança de dívidas, ação monitória e execução de títulos
  • Rescisão, revisão e anulação de contratos
  • Usucapião, judicial e extrajudicial
  • Ações possessórias: reintegração, manutenção e interdito proibitório
  • Responsabilidade civil contratual e extracontratual
  • Defesa em ações de cobrança e em execuções
  • Notificações extrajudiciais e negociação prévia

Como funciona o atendimento

1 · Leitura do casoAnalisamos os documentos antes de opinar. Em direito civil, a diferença entre uma tese boa e uma tese perdida costuma estar num parágrafo do contrato.
2 · Tese e caminhoApresentamos qual é a tese principal, quais são as subsidiárias, o que precisa ser provado e qual o risco real de perder. Também dizemos quando não vale a pena entrar com uma ação.
3 · ConduçãoConduzimos a negociação, a ação ou a defesa até o fim do período contratado, com retorno periódico.

O que a lei diz e o que pode mudar no seu caso

A responsabilidade civil parte dos arts. 186 e 927 do Código Civil: quem, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, causa dano a outrem, fica obrigado a repará-lo. O art. 187 acrescenta o abuso de direito: exercer um direito além do que a boa-fé e o fim econômico permitem também é ato ilícito.

Em contratos, os arts. 421 e 422 impõem a função social e a boa-fé objetiva. Não se trata de retórica: é com base nesses dois artigos que se anulam cláusulas desproporcionais e se responsabiliza quem age de forma contraditória com o próprio comportamento anterior.

Prazo é o que mais mata direito bom. A pretensão de reparação civil prescreve em três anos (art. 206, § 3º, V, do Código Civil), e a regra geral, quando não há prazo específico, é de dez anos (art. 205). Cobrança fundada em documento particular tem prazo próprio. Verificar prescrição é a primeira coisa que fazemos.

Quanto ao dano moral, o entendimento está consolidado na Súmula 227 do STJ: a pessoa jurídica também pode sofrê-lo. O valor da indenização, por sua vez, não tem tabela, depende da extensão do dano, da capacidade econômica do ofensor e do caráter pedagógico da condenação.

Na usucapião, os arts. 1.238 a 1.242 do Código Civil estabelecem prazos diferentes conforme haja justo título, boa-fé e moradia. Desde a Lei nº 13.105/2015, o art. 216-A da Lei de Registros Públicos permite a usucapião extrajudicial, em cartório, quando não há litígio, caminho mais rápido e frequentemente ignorado.

Perguntas frequentes sobre direito civil

Não tenho contrato assinado. Ainda posso cobrar?

Em regra, sim. A obrigação pode ser provada por outros meios: mensagens, comprovantes de transferência, notas fiscais, testemunhas. O que muda é a via processual e o esforço probatório.

Quanto vale um dano moral?

Não existe tabela. O valor é arbitrado pelo juiz conforme a gravidade do fato, a repercussão e a capacidade econômica do ofensor. Desconfie de quem promete um número.

Vale a pena processar por um valor pequeno?

Nem sempre. Existem casos em que o custo, o tempo e o desgaste superam o proveito. Dizemos isso quando é o caso, pois é parte do trabalho.

Fui negativado por uma dívida que não é minha. O que fazer?

Cabe pedido de retirada do nome e, conforme o caso, indenização. Atenção a um ponto: pela Súmula 385 do STJ, se já existir outra negativação legítima anterior, o dano moral costuma ser afastado, restando o direito ao cancelamento.

Ocupo um imóvel há muitos anos. Posso ficar com ele?

Depende do tempo, do tipo de posse, da existência de oposição e de justo título. Havendo consenso e documentação, a usucapião extrajudicial em cartório costuma ser o caminho mais rápido.

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Reúna o contrato, a cobrança e os demais documentos relacionados ao caso. A análise deles é o que permite avaliar a viabilidade da medida e definir o caminho adequado.

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